Resultado do sorteio!

Antes de mais nada, peço desculpas pelo sumiço por aqui! Estamos migrando o nosso blog para um servidor novo e em breve teremos um Primalbrasil muito melhor!!

Mas é claro que mesmo com toda a correria, eu não poderia deixar de postar o resultado do sorteio do suplemento de ômega 3! Como tivemos poucos comentários, usei o random.org para fazer o sorteio!

E o resultado é….

Comentário nº1 = Mônica Meirelles!!

Parabéns Mônica!!! Entraremos em contato para te enviar o suplemento!!

E fiquem ligados, no próximo mês teremos outro sorteio!

 

 

 

Especial: Sorteio de Suplemento Ômega 3

Falei neste post aqui sobre o sorteio que iámos fazer do suplemento de  Omega 3 EFA 60 da Youngevity. Muito bem, chegou o dia!!

Para concorrer, basta se increver para receber nossos posts, na caixinha ali ao lado, na barra lateral. Além disso, é preciso deixar um comentário neste post. Importante: o email do comentário deve ser o mesmo do inscrito ali do lado. Para aqueles que já se inscreveram, basta deixar um comentário aqui!

O resultado do sorteio sai dia 19/12, daqui uma semana!

Boa sorte!!

Vem aí… sorteio!

Como forma de divulgar mais o nosso blog, a partir do mês que vem iremos sortear aqui produtos Primal! Cada mês sortearemos algo diferente, para os/as fãs Primal que estão inscritos no Primalbrasil. (já inscreveu seu email ali na barra lateral??)

  

No primeiro mês sortearemos um o suplemento de Omega 3 EFA 60 da Youngevity. Produto desenvolvido pelo médico e veterinário Dr. Joel Wallach, que concorreu ao Prêmio Nobel de 1991 e autor de diversos livros.

Para as pessoas que não costumam comer muitos peixes de água fria (salmão, atum, etc) pelo menos 2 vezes por semana, é ideal que tomem 1 cápsula de óleo de peixe de 1000mg (Omega 3) pelo menos 3 vezes por semana.  Para os que estão na Faixa Primal de perda de peso, é ideal tomar uma cápsula todos os dias durante o processo de adaptação. Os ácidos graxos Omega 3 alpha linoneic acid (ALA), eicosapentaenoic acid (EPA) e docosahexaenoic acid (DHA) agem como anti-oxidantes e são solúveis em água e gordura, dessa forma eles conseguem facilmente serem digeridos e entrar nas células para curar os processos inflamatórios, causados por substancias pró-oxidantes e radicais livres. Eles protegem membranas e agem como um nutriente celular. Ajudam o corpo a equilibrar o nível de glicose sanguíneo, o que ajuda no processo de adaptação a ingestão de baixos níveis de carboidratos. Ácidos graxos Omega 3 podem reduzir o risco de doenças cardíacas por meio do aumento da circulação sanguínea. Podem reduzir riscos de artrite e muitas outras doenças auto-imunes. O óleo de peixe tem sido testado em muitas pesquisas cientificas como forma de tratamento para depressão e outros sintomas como ansiedade, tristeza e insônia. Também tem mostrado redução dos sintomas de déficit de atenção em indivíduos. Tais benefícios também tem sido comprovados por meio da adoção da dieta Primal.

Tabela nutricional do suplemento

Aproveitem esta oportunidade, pois como vocês podem notar ainda temos poucas pessoas inscritas, então as chances são muito altas!!

 Continuem seguindo o Primalbrasil.

 Abraços!

Caçadores – Coletores: Esquimós

 Esquimós gozavam de perfeita saúde e vigor físico

Os esquimós são grupos de uma tribo indígena que ocupam regiões árticas do Alaska, Canadá e Groelândia. Eles são um dos exemplos de saúde e qualidade de vida entre outras tribos tradicionais (caçadores-coletores) que consomem praticamente só carnes, sendo a maior parte provenientes de diversos mamíferos, como ursos, aves, leões marinhos e focas. São um exemplo perfeito de adaptabilidade do ser humano à climas extremos, que implica em frio e falta de vegetação. Seu estilo de vida único nos oferece muitas informações a respeito dos limites do nicho humano. Muitos pesquisadores, entre eles Weston Price, estiveram fascinados pela excelente saúde gozada por eles, pois exibiam uma arcada dental excelente sem indícios de cáries, vigor físico e alegria. Segue um trecho da Nutritional and Phisical Degeneration: “ Em seu estado primitivo eles eram um exemplo de excelência física e perfeição dental, de forma que dificilmente foi visto por outras raças no passado. Estamos também profundamente interessados em saber a fórmula de sua nutrição para que assim possamos aprender o segredos que irão não somente ajudar o infeliz homem moderno, conhecido como raça civilizada, mas também irão nos fornecer meios para os ajudar a se preservarem”.

 Os esquimós consumiam em média 75% de sua dieta como gordura, aproximadamente 25% proteína e 0% de carboidratos. Consumiam a parte mais gorda do animal, sendo assim o perfil da gordura consumida por eles era em torno de 35% a 40% saturada, 50% a 55% monoinsaturada e 10% polinsaturada (a maioria vinda de ácidos graxos DHA, EPA Omega 3). Assim como todas as culturas tradicionais (caçadores-coletores) a taxa de Omega 6 para Omega 3 é excelente (saiba mais sobre estas proporções neste post aqui), já que consumiam muitos peixes de água fria, os quais possuem uma relação Omega 6: Omega 3 em torno de 1:18, além de consumirem animais selvagens os quais possuem proporção ideal 2:1. As crianças são amamentadas até os 3 anos de idade e comem alimentos sólidos (carnes) desde o nascimento. Como a maioria dos sociedades tradicionais não há nenhum sinal de doenças crônicas e degenerativas entre eles, como por exemplo doenças cardíacas, câncer e Alzheimer, que representam pelo menos 90% das doenças acometidas pelas sociedades ocidentais. Eram fisicamente robustos e ativos, não há sinal de obesidade como em qualquer cultura tradicional, ao invés disso, eles são magros e definidos, apesar do rosto redondo e aparência corpulenta causada pelo uso de roupas de lã. Longevidade extrema é bem conhecida entre eles, apesar de não contarem suas idades.

Um dos principais contra argumentos a respeito de seu vigor físico, apesar do alto consumo de gorduras, é de que eles precisam consumir muita energia (calorias), pois seus corpos gastam muito mais energia do que povos que vivem em outros climas para se manterem aquecidos. Este argumento é facilmente desmistificado pelas evidências de inúmeras tribos que consomem mais de 70% de calorias vindas de animais e gorduras.

Muitos americanos e europeus no começo do século 20  ficaram intrigados com a possibilidade do homem ocidental conseguir viver uma vida saudável apenas consumindo carnes e nenhum vegetal, então mandaram exploradores  para viver 1 ano entre os Esquimós. Para o espanto dos médicos da época, eles se mantiveram saudáveis por todo período e não mostraram nenhum sinal de deficiência alimentar, muito pelo contrário, segundo seus relatos nunca se sentiram tão bem e saudáveis, emagreceram ao ponto de ficarem esbeltos e fortes e inclusive mostraram vontade de continuar seguindo a dieta.

Segundo o relato de um deles sobre a vida cotidiana entre os Esquimós: “Suas esposas são confiáveis e queridas pelos maridos, os filhos não mostram nenhum sinal de desobediência e desrespeito, nenhum sinal de petulância, atrevimento ou arrogância por parte deles, além da punição corporal ser raramente permitida”. Infelizmente, hoje em dia muitas tribos Esquimós já foram afetadas por hábitos de vida ocidentais e por isso já estão sofrendo as conseqüências como cáries, diabetes e câncer, como relatam vários historiadores. Isto tem sido relacionado ao consumo de óleos vegetais (fritura), farinha de trigo e açúcar.

Conclui-se que as evidências sobre os Esquimós e outras tribos tem muito o que nos ensinar. Esta é minha opinião sobre o assunto: seres humanos ou algumas outras espécies são capazes de sobreviver à climas extremos. Seres humanos em geral (como demonstrado por outras tribos) são capazes de viver de forma saudável sem incidência de doenças seja câncer, diabete ou cáries consumindo apenas carnes que tenham em torno de 65% a 70% de gorduras, pelo menos.

A verdade sobre os Esquimós e outras tribos é chocante para maioria das pessoas que seguem a dieta recomenda pela FDA (Food and Drug Administration) sem mesmo saberem o quê estão seguindo.

Mais sobre os Esquimós e outras culturas tradicionais nos próximos posts. Aguardem!

Se delicie com a gordura saturada, ela é boa para você! (parte 1)

Sim, você leu certo. Eu disse neste post que ia começar a dar detalhes sobre a alimentação Primal, e decidi começar com um dos temas mais importantes e também mais polêmicos. Isso porque, nos últimos anos, a gordura (em especial a saturada) tem sido apontada como o vilão para a sua saúde e para a sua dieta. Se você já leu alguns dos meus posts aqui no primal brasil, já sabe que nada disso é fundamentado. Mas hoje vamos saber um pouco mais porque a gordura é tão essencial para nós.

Primeiro, vamos começar classificando os tipos de gordura:

Gordura Saturada

É classificada desta maneira por não possuir ligação dupla nos átomos de carbono de sua composição química, saturando, assim, os ácidos graxos (gordos) com átomos de hidrogênio. Ela ocorre de forma natural nos animais.

Presente na gordura animal, carne, ovos, manteiga e queijos. Também encontrada no óleo de coco e óleo de palma.

 Gordura Monoinsaturada

São ácidos graxos com uma ligação dupla entre carbonos em suas moléculas.

Presente no azeite de oliva e abacate.

 Gordura Poliinsaturada

É um ácido graxo com mais de duas ligações duplas entre carbonos nas suas moléculas. Os ácidos graxos ômega 6 são ácidos carboxílicos poliinsaturados, em que a dupla ligação está no sexto carbono a partir da extremidade, nos ácidos ômega 3, a dupla ligação está no terceiro carbono.

Omega 6: óleos vegetais (óleo de soja, de milho, de canola, de girassol) e amendoim.

Omega 3: óleo de peixe e peixes de água fria.

  Gordura Trans

Os átomos de hidrogênio ficam em lados opostos da cadeia, ao contrário das outras gorduras

São considerados especiais devido à sua conformação estrutural. Nos ácidos graxos cis, que é como geralmente são encontrados os ácidos graxos na natureza, as cadeias de carbono vizinhas à dupla ligação encontram-se do mesmo lado e nos ácidos graxos trans as cadeias se encontram alinhadas.

Presente na margarina, produtos industrializados, salgadinhos e bolachas recheadas.

Muito bem, agora que você já conhece melhor os tipos de gordura existentes, resta saber qual o impacto de tudo isso na sua vida. Por que algumas gorduras são consideradas boas e outras más? Qual a verdade sobre esse assunto? Vamos começar com um pouco de história…

Há cem anos atrás, menos de 1% da população americana era obesa e doenças cardíacas eram desconhecidas. As principais causas de morte eram pneumonia, diarréia e tuberculose. Hoje, as duas causas de morte mais comuns são doenças cardíacas e câncer, responsáveis por 75% das mortes no país.

1911 – Procter & Gamble lança no mercado o Crisco, um produto derivado de semente de algodão, sendo o primeiro produto com gordura trans a ser comercializado. A empresa começou a promover este novo produto e a partir de então, os óleos vegetais foram gradualmente substituindo a manteiga e banha de porco (gordura saturada) no dia a dia das pessoas.

1913 – um fisiologista russo começa a alimentar coelhos com alimentos com alta dose de colesterol, causando aterosclerose nos pequenos animais. (Claro, coelhos são vegetarianos e não tem capacidade para digerir gordura animal, ao contrário dos homo sapiens aqui. Malditos russos!) É lançado o mito do colesterol.

1953 – Ancel Keys publica o famoso estudo dos seis países, que correlaciona as mortes de doenças cardíacas com a porcentagem de gordura na dieta. Como eu já disse aqui, dos 22 países com dados disponíveis, Ancel selecionou apenas os 6 que mostrariam os resultados que ele queria.

O estudo de Keys com os 6 países que ele selecionou

1977 – O Comitê de Nutrição e Necessidades Humanas dos EUA lança o “McGovern Report” onde estabelece “metas de alimentação para os Estados Unidos”, com o objetivo de reduzir o consumo de gordura e evitar alimentos com alto índice de colesterol. Essas metas se tornaram a política oficial do governo.
 
 1984 – O Centro de Ciências para o Interesse Público, que defende os interesses do consumidor, forçou as redes de fast-food a pararem de cozinhar com gorduras animais e óleos tropicais (gordura saturada). Na época, o  McDonald’s fritava suas batatas com a gordura da carne e óleo de palma, por isso as batatas eram tão saborosas.  Mas depois do ataque do Centro de Ciências, o McDonald’s e outras redes foram obrigadas a adotarem as gorduras parcialmente hidrogenadas e óleos vegetais com gordura trans.
 
1992 – O departamento de agricultura dos EUA publica a Pirâmide Alimentar. A pirâmide reúne os alimentos em seções, e traz a mensagem de que gorduras fazem mal e que carboidratos são saudáveis. Por isso, as porções de carboidratos são as maiores (de 6 a 11) e a de proteínas (2 a 3) e gorduras (usar moderadamente) são limitadas.
1980 a 2011 – desde 1980 até hoje, o departamento de agricultura e o departamento de saúde e serviços humanos dos EUA publicam a cada 5 anos, uma atualização do Guia de Alimentação para Americanos. O mais recente, publicado em dezembro de 2010, recomenda reduzir a ingestão de gordura saturada para 7% do total de calorias, reduzindo 3% desde a última recomendação.
 
Como vocês puderam ver, a demonização da gordura foi resultado da manipulação de alguns estudos, conclusões tendenciosas de outros e artimanhas das grandes empresas para vender seus produtos. No próximo post, vamos olhar com atenção para algumas evidências que mostram exatamente o oposto do que tem sido falado ultimamente.

Por que optar pela carne orgânica?

Muito bem, agora que esclarecemos o que são as carnes orgânicas, vamos aos benefícios que elas oferecem!

As carnes orgânicas em geral são mais ricas do que as tradicionais em vitaminas e ácidos graxos essenciais. Vamos ver em detalhes quais nutrientes estão presentes nas carnes orgânicas:

Carne Bovina

ProVitamina A: Betacaroteno

 Betacaroteno, um antioxidante lipossolúvel, é derivado do nome latino cenoura, que pertence à família dos químicos naturais conhecidos como carotenos ou carotenóides. Os carotenos produzem a cor amarela e laranja encontradas em frutas e hortaliças e convertida em vitamina A (retinol) pelo organismo. A vitamina A é uma vitamina lipossolúvel essencial, importante para a visão normal, crescimento dos ossos, reprodução, divisão e diferenciação celular. É responsável, especificamente, pela manutenção da superfície pelicular dos olhos e pela mucosa do trato respiratório, urinário e intestinal.

Descalzo et al, 2005 descobriram que o gado criado a pasto incorpora quantidades significativamente maiores de betacaroteno nos tecidos musculares quando comparados aos animais confinados. As concentrações variam de 0,63 – 0,45 µg/g no gado a pasto e de 0,06 – 0,5 µg/g para gado confinado, um aumento dez vezes maior em níveis de betacaroteno.

Vitamina E: alfa-tocoferol

A vitamina E é também uma vitamina lipossolúvel que existe em 8 diferentes formas com atividade antioxidante poderosa, sendo a mais ativa a alfa-tocoferol. A vitamina E também bloqueia a formação de nitrosaminas que são carcinógenos formados no estômago por conta dos nitritos consumidos na dieta.

  A concentração de alfa-tocoferol natural encontrada em carne de gado confinado é de aproximadamente 2,0 µg/g de músculo enquanto no gado de pasto varia de 5.0 a 9,3 µg/g de tecido, dependendo do tipo de forragem avaliável ao animal.

Ácidos graxos Omega 3: Omega 6

Os ácidos graxos Omega 3 são considerados essenciais, o que significa que são essenciais à saúde humana, mas não podem ser produzidos pela maioria das espécies mamíferas. Por esta razão, devem ser obtidos da alimentação. Os ácidos graxos essenciais (EFAs) são polinsaturados e agrupados em 2 famílias: a dos Omega-6 e a dos Omega-3. Embora haja uma diferença mínima na sua estrutura molecular, as 2 famílias EFAs agem diferentemente no organismo.

Enquanto os produtos metabólicos do ácido Omega-6 promovem inflamação, bloqueio sanguíneo e crescimento de tumores, os ácidos Omega-3 agem de maneira totalmente oposta. Contudo é importante manter equilíbrio entre os dois tipos na dieta, pois estas 2 substâncias trabalham em conjunto para promoção da saúde. O equilíbrio inadequado destes ácidos graxos essenciais contribui para o desenvolvimento de doenças. Vários estudos estabeleceram clara associação entre níveis baixos de ácidos graxos Omega-3 e depressão.

Como na dieta humana, a alimentação do gado ou a composição da ração tem efeito significativo no perfil de ácidos graxos do produto final. O gado a pasto incrementa o teor de Omega-3 na carne em cerca de 60% e também gera uma proporção mais favorável entre Omega-6 e Omega-3. A carne convencional contem proporção de 4:1 na proporção Omega 6:3, enquanto o gado a pasto contem proporção de 2:1. A quantidade de lipídios por porção é altamente variável e depende do regime alimentar, genética e do corte bovino. Contudo quando o teor lipídico é padrão, uma porção de carne de gado confinado com 10% de gordura, fornece 84mg de Omega-3 em 100g de acordo com French et al, 2000.(29). A mesma porção de gado a pasto fornece 136mg n-3/porção.

A proporção ideal de Omega 6: Omega 3 varia na opinião de nutricionistas, de 4:1 a 2:1. A proporção na dieta média da população brasileira é de 20:1, muito acima do recomendado, devido a alimentação rica em óleos vegetais, milho e soja. Este estudo mostra que os participantes alimentados com carne de gado a pasto tiveram aumento na composição de Omega-3 nas suas plaquetas e e no plasma sanguíneo, melhorando assim sua proporção de Omega-6 para Omega-3.

Ácido linoléico conjugado no gado a pasto

O termo ácido graxo conjugado (CLA) é um grupo de ácidos graxos polinsaturados encontrados na carne bovina, de carneiro, e de produtos de laticínios, que existem como uma mistura geral de isômeros de ácido linoléico conjugado posicionais e geométricos. Nas 2 últimas décadas, numerosos benefícios de saúde foram atribuídos ao CLA em experimentos animais, incluindo ações para reduzir a carcinogênese, aterosclerose, estabelecimento da diabetes e massa corporal gorda.

O CLA é encontrado naturalmente em várias carnes de animais ruminantes e seus produtos de laticínios, devido à atividade anaeróbica da bactéria do rúmen Butyrivibrio fibrisolvens. As pastagens verdes vicejantes são particularmente ricas neste precursor, e, portanto, as espécies ruminantes a pasto demonstraram possuir 2 a 3 vezes mais CLA que os ruminantes confinados com dietas concentradas. Na média, a carne de gado a pasto fornece aproximadamente 123mg de CLA em um hambúrguer padrão com 10% de gordura. O mesmo hambúrguer produzido com carne de gado confinado fornece 48,3mg.

 Frango e ovos orgânicos

O ovo orgânico é mais nutritivo do que o ovo comum pois tem maior concentração de alguns nutrientes como a colina por exemplo. A colina é um precursor do neurotransmissor acetilcolina, que atua na memória. A deficiência de colina pode estar associada ao aparecimento de Alzheimer. O ovo orgânico também possui 20% mais vitamina A e 15% mais cálcio do que o ovo não orgânico.

Tanto o ovo quanto o próprio frango orgânico são produzidos livres de antibióticos e hormônios, que são prejudiciais a saúde. Além disso, por serem melhor alimentados, também possuem uma melhor distribuição de Omega 6: Omega 3. O frango orgânico, por exemplo, possui 38% mais Omega 3 e 30% mais cálcio do que o convencional.

Espero ter mostrado alguns dos benefícios no consumo da carne orgânica. Na sua próxima visita ao supermercado, lembre-se destas vantagens! Sua saúde agradece!

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