Sobre os autores

Bruna Machado, administradora e seguidora do estilo de vida Primal. Todos os meus posts são resultado da minha experiência pessoal e de muita pesquisa sobre estudos antropológicos, epistemológicos e científicos.

 

 

 


 Caio Fleury, formado em psicologia e administração pela Griffith University, em Queensland – Austrália. Tenho como objetivo divulgar o estilo de vida Primal aos brasileiros.

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3 Comentários

  1. Marcelo

     /  janeiro 24, 2012

    Ola Bruna,
    Gostaria de saber se voce conhece o trabalho de Aajonus Vonderplanitz?
    O site dele:
    http://www.wewant2live.com
    Ele divulga que devemos consumir todos os alimentos crus, principalmente carne crua. E que se curou de cancer assim.
    Ja escreveu um livro com o mesmo nome do site.

    Resposta
  2. Marcelo Boz

     /  janeiro 24, 2012

    Ola Bruna,
    Novamente…
    Percebi que o consumo de sal não é proibido.
    O que a Dieta Paleolitica diz do sal é bom, ruim ou deve ser consumido com moderação?

    Resposta
    • Oi Marcelo!

      Primeiramente, obrigada pelo seu comentário. Te convido a conhecer o novo formato do blog: http://www.primalbrasil.com.br, pois este aqui será deletado. Em breve responderei seu outro comentário, mas vamos falar agora sobre o sal.

      A questão do sódio é bastante controversa entre os especialistas. As primeiras evidências do uso do sal marinho como tempero são de 6000 anos AC, ou seja, muito depois do período paleolítico, onde foram moldados nossos genes. No entanto, nossos ancestrais, principalmente aqueles que viviam próximos do mar, consumiam quantidades consideráveis de frutos do mar, em especial ostras, que são ricas em sódio, como indica este estudo (http://www.nature.com/nature/journal/v449/n7164/full/nature06204.html) Além disso, temos necessidades fisiológicas de sódio, cerca de 500 mg por dia. O sódio apóia o sistema nervoso, regula a pressão sanguínea, ajuda a manter o balanço ácido-alcalino do corpo e apóia as funções das glândulas adenais.

      Seja qual for sua decisão quanto à ingestão de sal, é preciso ressaltar dois pontos:

      1) O sal marinho não refinado, em seu estado bruto, é repleto de minerais e iodo no estado orgânico (I2), melhor assimilável pela glândula tireóide. Já o sal “comum”, de cozinha, que se encontra nos supermercados (e também na maioria dos alimentos processados industrialmente) é o cloreto de sódio. Este sal passou por processamento em altas temperaturas, sofreu alterações em sua estrutura molecular original e sofreu a remoção de minerais vitais da sua composição (refinamento), além de conter aditivos. Por isso, sempre que possível, opte pelo sal marinho.
      2) Outro fator importante é o equilíbrio sal-potássio, na natureza, a proporção entre os alimentos é maior em potássio do que sódio, por exemplo, uma carne crua tem uma proporção de 5:1 entre potássio e sódio (aliás, quanto mais mal passada a carne, maior a quantidade de potássio). Então, se optar pelo consumo de sal, consuma também quantidades adequadas de potássio. Isso deve acontecer sem grandes dificuldades, pois vários alimentos naturais, como carnes, banana, beterrraba e outros possuem potássio. O grande perigo são os alimentos industrializados, que, além de outras mil porcarias, contém quantidades enormes de sal, em proporções que podem chegar de 200:1, entre sódio e potássio. Mais uma razão para passar longe dos alimentos industrializados.

      Espero que tenha te ajudado! Fique à vontade para deixar novos comentários ou dúvidas!

      Resposta

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